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You’ll not get a mail

24 Setembro, 2008

E-mail deve ser extinto até 2015, diz especialista

Em painel realizado nesta quarta-feira, durante o 17º Congresso Nacional de Auditoria de Sistemas, Segurança da Informação e Governança (CNSAI), evento que acontece na capital paulista, Cezar Taurion, gerente de novas tecnologias aplicadas da IBM Brasil, garante que os hábitos digitais da Geração Y devem levar ao fim do e-mail.


“Hoje, a média etária dos usuários de e-mail é de 47 anos”, revela, acrescentando que, talvez, apenas essas pessoas, que formam a geração conhecida como Baby Boomers, nascidos após o fim da Primeira Guerra Mundial, continuarão a utilizar a ferramenta.

“O e-mail deixará de existir dentro de cinco a sete anos”, profetiza Taurion. O motivo? A entrada da chamada Geração Y – constituída por jovens nascidos já na era da Internet – no mercado de trabalho.

Taurion explica que, com os jovens profissionais, chega também às empresas uma nova postura diante da Tecnologia da Informação (TI), que já é parte do dia-a-dia destes profissionais, na forma de ferramentas de colaboração como wikis, redes sociais, comunicadores instantâneos e grupos de trabalho online.

O executivo apresentou dados de uma pesquisa realizada em 2005 destacando que, já naquela época, apenas 6,3% dos jovens entrevistados consideravam inúteis as informações obtidas em blogs. “Significa que a credibilidade das novas ferramentas online é enorme”, sinalizou. Na IBM, de acordo com Taurion, já há uma série de projetos em que os participantes não mais utilizam o e-mail.

“A comunicação é muito melhor compartilhada por meio de comunidades”, garantiu o gerente de novas tecnologias aplicadas da Big Blue. “Na IBM o profissional cria o blog que desejar, sem sequer pedir autorização a ninguém”, enfatizou.

Da mesma forma, há na companhia dezenas de wikis e muitas contratações já se dão por intermédio de comunidades como o LinkedIN. E Taurion ainda deixou um recado aos profissionais da área de TI: “A área precisa acompanhar a evolução. Os profissionais de TI não podem, por questões técnicas, impedir mudanças que interferem diretamente na evolução dos negócios de uma empresa”.

Convergência Digital

Sou estressado, sim. Por que, achou ruim???

29 Agosto, 2008

Um estudo feito por cientistas britânicos afirma que pessoas que checam seus e-mails com muita freqüência podem estar sofrendo de estresse. O estudo de pesquisadores de universidades da Escócia – um matemático, uma técnica em informática, e um psicólogo – classificou os usuários em três categorias: relaxados, orientados e estressados.

Os “estressados” se sentem pressionados a responder todos os e-mails na medida em que eles chegam e não usam o correio eletrônico como um instrumento útil para a vida pessoal e para o trabalho.

Os “relaxados” olham o e-mail quando bem entendem e não se deixam pressionar por pessoas que estão distantes. Já os “orientados” sentem alguma necessidade de usar o e-mail, sempre respondem às mensagens imediatamente e esperam o mesmo das outras pessoas.

Auto-estima e controle da vida
A pesquisa foi feita com questionários respondidos por 177 pessoas – a maioria em profissões acadêmicas ou que envolvem comunicação e criatividade. Nestas atividades, que em geral requerem bastante concentração, o e-mail tem potencial para ser uma grande fonte de distração.

Entre os entrevistados, 64% disseram checar seus e-mails pelo menos uma vez por hora e 35% afirmaram que olham o correio eletrônico a cada 15 minutos. No entanto, os cientistas acreditam que a freqüência pode ser ainda maior, já que outras pesquisas mostram que muitas pessoas nem percebem mais o ato.

O estudo também analisa a influência que a auto-estima e o controle sobre a própria vida têm nos hábitos de ler e-mails, usando escalas definidas pela psicologia tradicional.

A pesquisa indica que muitas das pessoas que disseram ter pouco controle sobre a própria vida estão na categoria dos “estressados” com e-mail. Já a baixa auto-estima é uma característica mais presente entre os “orientados”, aqueles que sentem alguma pressão a olhar seus e-mails.

A pesquisa cita outro estudo feito em 2001, que mostra que, após pararem suas atividades para ler um e-mail, as pessoas demoram, em média, 1 minuto e 4 segundos para lembrar o que estavam fazendo.

“Enquanto essa contínua mudança pode parecer benéfica em termos de se conseguir administrar atividades múltiplas, aumentando assim a produtividade, o lado ruim disso é que o ritmo acelerado de trabalho pode ter efeitos negativos na saúde”, diz a pesquisa dos cientistas britânicos. “Existe muita evidência que esse ritmo acelerado está ligado ao estresse.”

PS: Enquanto lia este post, quantas vezes você checou seus emails?

31 de maio – Dia Mundial Sem Cigarro

31 Maio, 2008

Clip criado pela Nova SB para Organização Pan-Americana de Saúde para o dia mundial sem cigarro.

Viralize-se

26 Maio, 2008

3.4 milhões de page view no youtube

3.5 milhões.

É. O marketing viral é isso. Não tem mais volta.

Por onde andam suas idéias

6 Março, 2008

A revista Wired de fevereiro rastreou e mapeou o que acontece com os posts escritos pelos blogueiros, segundos após eles serem publicados.
O que parece apenas um exercício de catarse de idéias, na verdade desencadeia um processo gigantesco e global na rede.

É mais ou menos assim:

A pessoa escreve seu post, clica em publicar, inclina a cadeira para trás e fica observando seu trabalho.
Instantaneamente, e sem que ele perceba, seu post escorre por uma gigantesca rede cheia de recursos que mapeiam, indexam, rastreiam, comentam, copiam e espalham o assunto pela web. Em alguns minutos, se você escreveu sobre um tema oportuno e de interesse no momento na rede, um pequeno exército de robôs irá passar suas palavras chaves para alguém que tenha demonstrado interesse por elas, de blogueiros à marqueteiros.

Por exemplo, é domingo, dia de final de campeontao e você está escrevendo sobre cerveja. De repente você assiste o último comercial da Brahma com aquele jingle criado pelo Nizan e interpretado pelo Zeca Pagodinho e resolve compartilhar sua opinião com outras pessoas. Graças aos mecanismos de busca e compiladores de posts suas palavras podem chegar a milhares de pessoas, como a própria Brahma, o Nizan, o Zeca, os brahmeiros, amantes da propaganda e, porque não, sua ex-mulher que achava que você não gostava de cerveja.

Por isso, segundo Matthew Hurst, um pesquisador de inteligência artificial que estuda o ecosistema no Microsoft Live Labs, é muito importante saber o que você vai escrever.

Eu, por exemplo, não sabia o que escrever hoje e resolvi falar sobre esta matéria que achei interessante. Pelo menos para mim.

Na imagem abaixo você vê graficamente como funciona todo o processo. Clique para ampliar.

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Blog-terapia

4 Março, 2008

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Um novo estudo mostra que os blogueiros têm vínculos mais fortes e vida social mais saudável e feliz que os demais.


A pesquisa feita pela Swinburne University of Technology mostra também que as “pessoas acreditam terem mais apoio e se relacionarem melhor com os amigos do que aqueles que não blogam”

A boa notícia também vale para os usuários das comunidades de relacionamento, sites como orkut e facebook. O estudo descobriu que qualquer interação online deixa seus ususários menos ansiosos, depressivos e estressados.

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Mas nem tudo são boas notícias. Os blogueiros em potencial começam a postar a partir da ausência de uma integração social maior Segundo o Professor Susan Moore, “nós encontramos blogueiros que estavam insatisfeitos com suas amizades e se sentiam pouco integrados socialmente, eles não se sentiam parte da comunidade como as pessoas que não blogam. Era também uma maneira deles extravasarem ou expressarem suas emoções.

É como se eles dissessem “Eu vou escrever um blog e isso vai me ajudar.”

Leia o original aqui.

Música que acompanha a leitura: Gilberto Gil – Pela internet